A Casa Verde

Sustentabilidade sem utopias - por Kátia Furtado

Greenpeace - Ação: Volkswagen Dark Side

Não é sempre, mas às vezes o Greenpeace acerta. Sou da opinião de que eles exageram. Mas reconheço a importância deles e o fato de que alguém precisa desempenhar o papel de extremista, se acorrentar na frente de uma árvore e tal. Não faria isso, jamais, acho improdutivo, mas tem que ser feito por alguém. É assim se abre espaço para os mais moderados tomarem frente dos assuntos que vieram à tona por causa das ações mais extremistas. 

Mas desta vez, eles acertaram na mosca. Pegaram um problema grande, explicaram e fizeram uma brincadeira saudável com um anuncio da própria empresa (a VW, no caso).

Para entender melhor a ação clique aqui. Vale a pena. 

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Produção de energia eólica deve deslanchar no Brasil

Fonte: Carta Capital  Por: Gerson Freitas Jr

 

A produção de energia eólica no Brasil dá sinais de que pode finalmente deslanchar. A crise nos mercados desenvolvidos colocou o País na mira dos fabricantes de aerogeradores, e a valorização do real barateou o custo dos investimentos. Mais do que isso, o governo parece comprometido a bancar a expansão desta fonte na matriz energética, o que agrada os ambientalistas.

O Brasil possui 44 parques eólicos em operação, todos construídos com incentivos do Programa de Infraestrutura (Proinfra). Apesar do grande potencial dos ventos que sopram por aqui, os turboélices geram apenas 0,5% da energia produzida no País. A expectativa é de que este cenário mude daqui para frente. Nos últimos dois anos, o governo federal contratou a construção de 141 novos empreendimentos, que serão entregues entre 2012 e 2013.

 

Ao todo, a capacidade instalada nos moinhos deverá saltar dos atuais 900 megawatts para 5,25 gigawatts. E a participação da energia eólica no sistema elétrico, de 0,5% para 4,3%. Apenas estes projetos vão demandar investimentos da ordem de 16 bilhões de reais, calcula Ricardo Simões, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

 

Os investimentos colocaram o País na mira das multinacionais do setor. Ao menos sete grandes empresas, entre elas a franco-suíça Alstom e a norte-americana GE, anunciaram investimentos no Brasil. O faturamento dessa indústria, inferior a 700 milhões de reais em 2010, deverá quadruplicar até 2014. “Embora o Proinfra tenha marcado o nascimento da indústria eólica no Brasil, a escala ainda era insuficiente para atrair os fabricantes de aerogeradores. Os leilões de 2009 e 2010, combinados com a estagnação dos mercados tradicionais, deram partida a uma expansão”, diz Simões.

 

Os investidores apostam que a energia eólica pode ter um papel relevante na expansão da oferta de energia nos próximos anos. De acordo com o Plano Decenal (2010-2019) da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Brasil deverá aumentar em 63,4 gigawatts a capacidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). Deste montante, 14,6 gigas deverão ser produzidos a partir das chamadas fontes alternativas: pequenas hidrelétricas, termelétricas a base de biomassa e usinas eólicas. Com isso, sua participação deverá dobrar, de 7% para 14%.

 

A previsão é de que os moinhos de vento respondam por algo próximo a 5,3 gigas, mais do que as pequenas hidrelétricas (2,7 gigas) e praticamente o mesmo que as usinas de biomassa (5,4 gigas). Ainda é pouco, se levado em conta que o aumento na capacidade de energia proveniente das termelétricas movidas a óleo, gás natural e carvão, fontes fósseis e poluentes, deverá ultrapassar a marca dos 12,1 gigawatts.

 

O problema, explicam os especialistas, é que ainda pairam dúvidas sobre a confiabilidade da energia eólica. Os moinhos dependem da intensidade dos ventos e, por isso, estão sujeitos às variações climáticas. Desde 2006, os parques eólicos entregaram apenas 79% da energia com a qual se comprometeram nos leilões, segundo a Aneel. Os melhores resultados foram obtidos em 2007 e 2008, quando alcançaram 93% e 94% da produção esperada. Mas não entregaram mais que 78%, em 2009, e 80% no ano passado.
Maurício Tolmasquim, presidente da EPE, questiona o dado. Segundo ele, a produção média das 26 usinas que operam há ao menos um ano superou o volume previsto nos contratos de licitação. “Além disso, no Brasil, a energia eólica complementa a hidráulica, pois os ventos são mais fortes nos períodos mais secos”, afirma.

 

Simões acredita que as previsões da EPE serão revistas para cima nos próximos anos. “Em apenas 10 meses, o governo contratou 3,9 gigas de energia eólica, mais de 70% do que é esperado até o fim da década”, justifica. O setor quer que o governo realize um leilão exclusivo de energia eólica de ao menos 2 gigas ao ano até 2020, garantindo às fazendas de vento ao menos 10% de toda a capacidade de geração do País ao fim da década. “É um passo fundamental para que as indústrias que estão vindo para cá se consolidem.”

 

De acordo com o presidente da Abeeólica, os leilões propostos assegurariam um investimento anual da ordem de 8 bilhões de reais. Tolmasquim não descarta a possibilidade. “Estamos entrando em um círculo virtuoso: quanto mais leilões são realizados, mais escala os fabricantes ganham e mais os preços caem, o que nos possibilita contratar mais energia.”

 

Outra demanda do setor privado é a criação de um centro de pesquisa e tecnologia, bem como de um campo de testes para aerogeradores. “Embora seja conhecida há muito tempo, a energia eólica ainda é infante. Trata-se de uma indústria que, tudo leva a crer, ainda dará um salto tecnológico nos próximos anos.” Simões afirma que o modelo, tanto do centro de pesquisa quanto do campo de testes, ainda está sendo discutindo dentro do setor, que pretende levar a proposta ao governo nos próximos meses.

De todo modo, os moinhos têm se mostrado competitivos. Os projetos eólicos foram os grandes vencedores do último leilão de fontes alternativas do governo federal. Dos 2,8 gigawatts de capacidade contratada em agosto de 2010, 2 gigas virão das turboélices, ao preço médio de 130,86 reais por megawatt/hora. O preço médio nos contratos arrematados pelas usinas de biomassa foi de 144,20 reais. Tolmasquim lembra ainda que o preço da energia eólica contratada caiu 18% entre os leilões exclusivos de dezembro de 2009 e agosto do ano passado, de 148,53 para 122,69 reais por megawatt/hora.

“Entre os novos mercados para energia eólica, o Brasil é, sem dúvida, o mais promissor”, afirma Steve Sawyer, secretário geral do Global Wind Energy Council (Gwec). Segundo ele, os investimentos no País podem extrapolar a marca dos 20 bilhões de dólares (34 bilhões de reais) até o fim da década. “As empresas do setor olham o Brasil há muito tempo, pois é o lugar lógico. É um país grande e em rápido crescimento, tem uma forte base industrial, enorme potencial eólico e compromisso com a energia limpa.” Sawyer afirma que o governo brasileiro nunca teve uma posição firme em relação à energia eólica, mas observa uma mudança de postura nos últimos dois anos.

 

Os leilões de energia eólica promovidos pelo governo federal em 2009 e 2010 aconteceram bem no momento em que as grandes fabricantes do setor viram Europa e Estados Unidos, seus mercados tradicionais, se retrair em função da crise financeira. No ano passado, o acréscimo na capacidade de geração dos parques eólicos em todo o mundo foi 7% menor do que o verificado no ano anterior, de acordo com dados da Gwec. No entanto, o ritmo de crescimento atual é dez vezes maior do que o observado ao fim da década de 90. A capacidade total instalada no mundo, que era de 17,4 gigas no ano 2000, alcançou 194,4 gigas em 2010.

 

A China, geralmente associada à grande queima de combustíveis fósseis, é a principal responsável pela rápida expansão dos parques eólicos nos últimos anos. Responde por um quinto de toda a energia gerada por moinhos de vento no mundo está no gigante asiático, o que coloca os asiáticos no topo da lista dos maiores produtores, à frente dos Estados Unidos e da Alemanha. Só em 2010, os chineses inauguraram 16,5 gigas em capacidade de geração, quase metade de todo o crescimento mundial. É mais do que o Brasil pretende fazer em uma década.

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A HORA DO PLANETA - Sábado 26 de Março de 2011

Do site da WWF

A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas.

Durante a Hora do Planeta, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.

Em 2009, milhões de brasileiros apagaram as suas luzes e mostraram que sua preocupação com o aquecimento global. No total 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta 2009. Ícones como o Cristo Redentor, a Ponte Estaiada, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por sessenta minutos.

A edição de 2010 da Hora do Planeta foi um sucesso absoluto, com recordes estabelecidos no mundo e no Brasil. Veja como foi a Hora do Planeta 2010.

Veja também

Saiba como foram as edições anteriores da Hora do Planeta

A Hora do Planeta é um movimento de todos nós. Ela une cidades, empresas e indivíduos para demonstrar às lideranças mundiais - e, principalmente, para mostrar uns aos outros - que queremos uma solução contra o aquecimento global. É uma oportunidade única para nós, brasileiros, de nos unirmos com a comunidade global em uma única voz para deter as mudanças climáticas.

Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil

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Este foi o video que me fez iniciar as postagens no Tumblr.

Pensar de onde vem e para onde vão os produtos que consumimos ainda não faz parte da cultura do brasileiro.

O video é longo, portanto não vou escrever um grande texto.

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Idéia simples que pode funcionar se soubermos nos adaptar.

Na cozinha tem muito lixo molhado. Para colocar a idéia em prática seria preciso tomar cuidado para drenar parte do liquido antes de descartar.

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Descartando e-lixo

Post colaborativo por Karina Saijo e Katia Furtado

Cada ano que passa tenho a impressão que os celulares tem a vida útil encurtada. Os aparelhos estão menores e com mais funções, mas também mais frágeis. Isso não é ruim, pelo contrário. Mas dependendo de seu dia a dia, ter um celular frágil não é uma boa idéia.

 Quando o celular quebra, o que fazer com ele?

Os eletrônicos devem ser descartados de forma diferenciada. Impressoras antigas, monitores CRT (tipo tubo), celulares ultrapassados, pilhas, baterias e até mesmo CDs e DVDs; tudo deve ser descartado separadamente do lixo comum. 

 A razão desse descarte diferenciado é que muitos destes materiais dispersam substâncias nocivas ao homem e ao meio ambiente. A ComputerWorld publicou um guia para decisões estratégicas “O que é preciso saber para adotar a TI verde”, no qual mencionam o impacto ambiental dos artefatos tecnológicos:

“Não é segredo para ninguém: A TI (técnologia da inormação) tem um passivo ambiental grave. Se jogado sem controle de volta ao ambiente, o lixo eletrônico não só leva milhares de anos para se decompor, como também é um problema ambiental e de saúde pública por conta das substâncias tóxicas utilizadas em sua fabricação, como chumbo e mercúrio, que podem contaminar o solo e lençóis freáticos e causar doenças como câncer, por exemplo, ou mutações em pessoas cujas moradias são próximas aos lixões onde as máquinas foram jogadas sem cuidado.”

É uma forma simples, rápida - e que está ao nosso alcance - de ajudar o nosso meio ambiente. 

Hoje em dia, felizmente, devido ao grande número de eletrônicos descartados existem muitas instituições especializadas em coletar este tipo de material. Uma forma bacana de procurar qual o lugar mais próximo que recolhe esse tipo de lixo é através do site e-lixo maps, uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sergio Motta. No site é possível localizar esses locais através do CEP.

Quando seu celular quebrar ou você resolver que é hora de descartar aquela CPU antiga, lembre do e-lixo maps!

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Ecologia na cozinha

Encontrei essas dicas incríveis no blog Guindaste, da Carol Costa. Os créditos são todos dela!

11 lições da cozinha ecológica

Faça uma composteira
Se você cozinha regularmente e/ou sua família é grande, pense seriamente em transformar em composto orgânico as sobras dos alimentos não-processados. Valem folhas e cascas de frutas, verduras e legumes, além de papel, folhas secas e retalhos de tecidos naturais.

Não faça uma composteira
Quem mora sozinho, consome muita comida industrializada e/ou não entra na cozinha nem pra fritar um ovo deve passar longe da ideia de ter uma composteira doméstica. Sem oxigenação nem acréscimos regulares, os restos se deterioram antes de virarem composto.

Cozinhe a frio
Diminua o tempo de cozimento das carnes em geral colocando-as previamente em uma marinada com limão ou vinagre. Os dois ajudam a amaciar as fibras musculares, num processo de cozimento a frio. Peixes e carnes de panela ficam especialmente bons com esse processo.

Use a geladeira com inteligência
Além de evitar constantes aberturas desnecessárias, distribua os alimentos corretamente, para melhorar a circulação interna de ar. Aproveite a capacidade máxima do freezer. Regule a temperatura de acordo com a estação do ano.

E mais:
Consuma alimentos da safra - Eles são mais baratos e têm menos produtos químicos.
Reaproveite sobras -Com criatividade e planejamento, você faz novos pratos.
Evite o desperdício -Folhas e talos de verduras e legumes rendem nutritivos caldos e sopas.
Dê novo uso -Em vez de comprar copos e vasilhas plásticas, aproveite as embalagens dos produtos industrializados.
Não exagere no forno -Exceto para pães e bolos, que precisam de 10 minutos de forno pré-aquecido, dispense o método.
Ajuste a chama nos queimadores -Isso evita o desperdício de gás e comida.
Prefira o micro-ondas -Ele é quase 5 vezes mais eficiente no uso de energia do que o forno tradicional.

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Sustentabilidade, do latim sustentare

De acordo com a Wikipedia, sustentabilidade é: “um princípio, segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras, o que requereu a vinculação da sustentabilidade no longo prazo”.

Para saber se algum produto, processo ou estilo de vida é de fato sustentavel, é preciso avaliar se este abrange os conceitos:

  • ecologicamente correto
  • economicamente viável
  • socialmente justo
  • culturalmente aceito

Muita gente confunde sustentabilidade com ecologia, mas na verdade o “ecologicamente correto” é apenas um dos pilares da sustentabilidade.

É importante abrir os olhos para as empresas que vendem imagem de sustentável apenas “pintando um produto de verde” para chamar atenção e alavancar vendas.

Essa prática tem nome: greenwashing.

É o mesmo que economizar energia para não desperdiçar recurso natural, mas usar saquinhos plásticos para armazenar alimentos na geladeira ao invés de potinhos tipo tupperware.

Faça um teste: nas próximas vezes que tentarem te vender um produto sustentável, pergunte se a empresa tem algum programa de cunho social também e veja se de fato são sustentáveis ou se apenas pintam o produto de verde.

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Novos engenheiros de olho nas soluções verdes

Aconteceu neste ultimo final de semana o evento Eureka 2010 na Escola de Engenharia Mauá (São Caetano do Sul – SP). O evento é anual e nele os formandos de diversos cursos de graduação expões seus Trabalhos de Conclusão de Curso. 

Como o forte da instituição é a Engenharia (Alimentos, Civil, Controle e Automação, Elétrica, Eletrônica, Mecânica, Produção Mecânica e Química), a maioria dos trabalhos consiste em engenhocas inovadoras que possam ser vendidas para empresas junto de um plano de negócios.  

Neste ano a mostra tinha 165 trabalhos e não sei ao certo se havia alguma lógica na ordem dos stands, mas o fato é que o corredor central parecia tomado por soluções sustentáveis. Foram expostos estudos sobre viabilização de fazendas de energia eólica, propostas para tratamento de esgoto de pousadas, alambiques sustentáveis (esse na verdade não estava no corredor central, por isso minha dúvida sobre a lógica do lay out) e muitos outros projetos interessantes. 

Os novos engenheiros levaram a sério o pilar “economicamente viável” do conceito de sustentabilidade e promoveram um arsenal de tecnologias verdes inovadoras para o mercado. De todos os trabalhos que pude ver, o mais interessante foi o Compactador de Lixo Resindencial Elétrico: “O Brasil produz aproximadamente 240 mil toneladas de lixo por dia e sua compactação pode minimizar odores, evitar incêndios e impedir a proliferação de insetos e roedores. A disposição inadequada do lixo em áreas consideradas impróprias provoca a poluição do solo, água e ar”, resume o blog da Mauá.

A quantidade de tecnologias que estão desenvolvendo voltadas para a diminuição dos impactos no meio ambiente diz no mínimo que os consumidores de amanhã vão exigir uma postura mais sustentável na hora de escolher um produto - uma tendência previsível, mas que alguns ainda insistem em ignorar. Tomando o devido cuidado para não comprar as idéias que só pintam o processo de verde ao invés de realmente trazer uma solução sustentável, as empresas deviam olhar com carinho os projetos da nova geração.

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A Casa Verde

Nesse final de semana , sem muito esforço você pode:

- Tomar banhos curtos;

- Lavar o carro com balde e não com mangueira;

- Desligar o roteador enquanto ninguém estiver usando a internet;

- Fazer uma refeição em família sem consumir carne;

- Recusar sacolinha plástica no supermercado.

Lembre-se que nenhuma dessas ações vai custar nada para você, mas pode fazer uma diferença imensa para o planeta.

Logo que comecei as postagens aqui no Tumblr, instalei um contador de visitas para ter uma idéia de quantas pessoas estavam lendo meus textos. Agora, depois de alguns meses, cheguei à conclusão que tenho em média 77 pessoas que acessam A Casa Verde com certa freqüência.

Se eu e cada uma dessas 77 pessoas fizermos tudo isso simultaneamente, seriam vários litros d’agua, muitos MHz de energia, vários litros de monóxido de carbono e vários quilos de plástico há menos no mundo.

Pense nisso!

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